Obra do escritor Mário de Andrade entra em domínio público neste ano
Direitos autorais deixam de valer após 70 anos da morte do autor.
'Macunaíma' e outros livros podem ser copiados, xerocados e adaptados.
Todos os livros do escritor Mário de Andrade, incluindo o clássico "Macunaíma" (1928), entraram em domínio público e podem ser usados sem restrições ou necessidade de pagamento ou autorização.
Segundo a regra de domínio público no Brasil, os livros do autor modernista estão livres de direitos autorais no primeiro dia do ano seguinte em que se completou 70 anos de sua morte. Mario de Andrade morreu em 25 de fevereiro de 1945.
A partir de então, a obra pode ser copiada, xerocada, reproduzida e adaptada livremente.
Mordernista
O escritor foi figura central do movimento de vanguarda de São Paulo e do movimento modernista que culminou na Semana de Arte Moderna de 1922.
Ele integrou o “Grupo dos Cinco”, que deu início ao modernismo no Brasil, formado também por Oswald de Andrade, Anita Malfatti, Tarsila do Amaral e Menotti Del Picchia.
Suas obras mais conhecidas são o livro de poesias "Pauliceia Desvairada", e os romances "Amar, verbo intransitivo", de 1927, e "Macunaíma".
E já está no ar o segundo vídeo da nossa série "Brincando com Letrinhas" (clique aqui para ver) que dessa vez ensina as crianças a reconhecer e a usar a letra S.
A animação mostra como escrever (desenhar) a letra S, exemplifica o seu som (fonemas) nas vogais (SA, SE, SI, SO, SU) e em palavras que se iniciam com ela, por exemplo, sorvete, sapo, sabonete, etc. Tudo muito bem elaborado, com narração e ilustrações.
Esse é um jeito prático e divertido de alfabetizar. Confira o vídeo.
No vídeo de lançamento da série, a produção tratou das vogais (A, E, I, O, U). Na sequência, mais animações demonstrando o uso de uma consoante. Acesse também a página oficial da série no site Conta Contos.
O Portal Conta Contos está produzindo a série "Brincando com Letrinhas" cujo objetivo elementar é oferecer às crianças, através dos recursos audiovisuais, um aprendizado divertido e eficiente da alfabetização.
No primeiro vídeo, que acabou de ser postado no canal Conto Contos do YouTube (acesse aqui o canal), o tema é "Vogais". A meninada vai então aprender e brincar com as letras "a", "e", "i", "o" e "u". A animação mostra as letras nos tipo grande (maiúsculo) e pequeno (minúsculo), além de exemplos de palavras simples e bem usuais que começam com as respectivas vogais, acompanhadas de ilustrações. No caso da letra "a", por exemplo, o vídeo ilustra "avião", "abelha" e "amigos". Desta maneira, fica fácil para as crianças absorverem o aprendizado. Confira o vídeo, curta e compartilhe!
O Portal de estórias infanto-juvenil Conta Contos acabou de lançar mais uma obra:
"Volta ao Mundo em 80 Minutos", escrita por Ery Lopes.
Eis a sinopse da nova aventura:
Sabe o que pode acontecer com dois irmãos filhos de cientistas? Resposta: aventura, muita aventura! É o que vai acontecer com Melissa e Messi, que vão viajar ao redor do mundo através de uma máquina teletransportadora inventada pelos seus pais. Confira agora essa fascinante estória!
É digno de nosso aplauso o projeto da Fundação Itaú Social "Leia para uma criança". Além da veiculação de comerciais — aliás, belíssimos comerciais — que incentivam o compartilhamento de histórias infantis, o projeto ainda distribui gratuitamente livros infantis para pais e educadores. Para receber os livros, basta entrar no site do projeto, preencher o fomulário e esperar a entrega pelos correio. Não precisa nem ter conta no banco. Tudo de graça mesmo!
Clique aqui e visite o site oficial do projeto. E você? Já leu para uma criança hoje?
As pessoas dizem que hoje em dia "o tempo voa", sendo um reflexo e uma consequência disso o aceleramento do desenvolvimento intelectual das crianças, a ponto de se dizer também que "quase já não há mais infância", pois os nossos pequeninos "já nascem muito sabidos".
Bem, sabemos que o tempo não acelera nem diminui. O que ocorre é que a intensidade dos acontecimentos hoje é muito maior do que tempos atrás, especialmente quando a vida de rural para urbana — analisando a longo prazo — e, ainda mais determinante, depois da disseminação dos meios de comunicação em massa, dentre os quais destacam-se a televisão, o telefone móvel e a internet. Desta maneira, como se não bastasse a nossa vida pessoal já ser mais intensa — dado os compromissos modernos — estamos mais próximos uns dos outros, pelos noticiários e redes sociais, compartilhando experiências. Logo, uma criança contemporânea absorve mais conteúdo em dois anos do que muitas pessoas, no passado, acumulariam em uma vida inteira.
A questão proposta é:
— Ainda há espaço para a contação de estórias infantis para as crianças modernas?
Claro que sim, mas a dinâmica deve ser outra, moderna e mais sofisticada.
Se as crianças de hoje são mais informadas e desenvolvidas do que as das gerações pretéritas, a arte de contar histórias também deve acompanhar essa evolução, sendo que o se vê de mais saliente nessa mudança toda é o comportamento mais participativo dos pequenos ouvintes: os baixinhos atuais não se contentam apenas em serem mera plateia, passiva e fria; eles são ousados, atrevidos, questionadores e — por que seria diferente? — "engolem" tudo que escutam.
E isso é muito bom — para todos!
Quero compartilhar com todos vocês o vídeo seguinte, pelo qual eu pude tirar algumas deduções:
Ali estavam o meu filho Allan (3 anos) e eu, juntos, viajando numa aventura nova. E o que se vê é ainda a criança "acreditando" nos personagens (ainda que consiga perfeitamente distinguir a pessoa real, o pai, e o personagem, o Capitão América). Vê-se também, pelo acompanhamento do olhar, que a criança visualiza o cenário fictício do mundo criado para a estória (o avião, a explosão etc.). No entanto, a criança quer interagir com o enredo. Quando ela interrompe o narrador e faz perguntas, ao mesmo tempo está querendo "meter a sua colher na sopa", palpitar e mudar o rumo da prosa (meu filho, nesse caso, criou o fogo), participando do desenvolvimento da narrativa. Conquanto já consiga trabalhar seu intelecto (haja vista a criança às vezes duvidar dos eventos contados, ou mesmo apontando a ilógica dos eventos surreais), a criança ainda é muito suscetível às emoções impressas pelo contador de histórias. Se ele dramatiza bem os eventos, a criança "viaja" nesse reino encantado e se diverte — ainda que vá, mais tarde, "mexer as catracas do cérebro" tentando raciocinar os eventos, tanto que, não raro, num outro momento mais tarde, o pequenino vá fazer indagações do tipo "isso é de verdade?...", comparando a estória contada com os acontecimentos reais da vida. O melhor de tudo é que crianças participativas assim, certamente, serão ótimos contadores de estórias. Então, mais do que nunca, a arte de contar estórias infantis está em voga e sempre estará, modernizando-se e tornando-se mais sofisticada e divertida. A propósito, você já contou alguma estória para uma criança hoje? Visite o site Conta Contos e acesse nosso acervo de histórias.
Numa floresta bem distante da cidade, três bichinhos se envolvem numa estória cheia de muitas surpresas, pois um segredo vai mudar o rumo de todos eles. É a estória de uma lagarta, um sapo e um vaga-lume. Prepare-se, pois essa aventura pode virar a sua cabeça!